1 de Julho de 2009

Sem título

As mentiras e os enganos, embora perdoados, nunca são esquecidos e mudam-nos profundamente. Cada vez que alguém nos mente, há uma parte dentro de nós que morre e nunca mais volta. É assim mesmo incrível que ainda haja quem consiga mentir sem hesitar, sem sequer se questionar das consequências que a mentira trará quando for desmantelada. E dou por mim a desejar ser pequenina de novo e não saber o que sei hoje, e não desconfiar tanto como desconfio hoje. Mas que culpa temos de conhecer as pessoas erradas? Que culpa temos se alguém prefere mentir descaradamente a pronunciar uma verdade inocente?
Este mundo é cansativo. Estamos todos erodidos por dentro. Todos nós... E por mais que há quem tente esconder, já não dá. Para quê tanta mentira?

19 de Junho de 2009

So whose to worry if our heart's get torn?

Começo a pensar que o destino não é apenas uma teoria. Tenho tido provas mais que suficientes que tudo o que tem que acontecer, acontece. Quando estamos destinados a falhar, por mais que nos esforcemos, não conseguimos ultrapassar o falhanço. E vemo-nos, então, a acreditar piamente numa força superior. TEMOS que acreditar que tudo o que nos acontece é por alguma razão. Queremos acreditar tanto no karma que acabamos por segurar toda e qualquer prova de fraquejo e parecer que nem nos incomoda um pouco, porque "sabemos que algo de bom vai sair dali". Mas fracasso é fracasso e nunca sabe bem. Deixa um gosto amargo na boca que até os mais masoquistas recusam.
Dizem que "quando se fecha uma porta, abre-se uma janela" e que "Deus escreve direito por linhas tortas", mas quando é que vou poder começar a olhar para um caderno com linhas paralelas onde possa escrever sem que tudo pareça uma enorme e imperceptível confusão? Tentamos minimizar os danos e fechamo-nos no nosso próprio mundo, rodeados de uma negação vestida de esperança e esquecemo-nos de tudo o que estamos a perder entretanto, mas quem disse que era fácil? Escorregamos para o buraco, mas temos que rastejar para fora dele.
E por isso só consigo lidar com as más notícias de uma maneira. Acredito que, de uma maneira ou de outra, elas trarão algo de bom. E coisinha boa por coisinha boa, um dia terei um montão de coisas boas que poderei juntas num montinho e ser feliz, finalmente. E nunca, nunca mais ter que arrancar coisas boas das entranhas das coisas más.


10 de Junho de 2009

Exames nacionais 2008/2009

Recta final para os exames nacionais... 7 dias para o exame que decide 50% se vou ou não ter o futuro com que sempre sonhei... E 13 dias para o exame que tanto me pode deixar viver o sonho como pode cortar-me as pernas já. São dias de stress, dúvidas, medo, melâncolia... Dias de começar a pensar em como será a vida se conseguirmos o que queremos. O medo apodera-se de nós quando pomos a hipótese de já nem sabermos o que queremos afinal...

Mas o pior de tudo é saber que as datas se aproximam e o trabalho continua amontoado. As folhas e os livros parecem reproduzir-se durante a noite e permanecem lá a rir-se da minha cara quando decido recomeçar mais um dia de estudo e dores de cabeça. E penso: Se quero tanto, porque é que não consigo trabalhar mais por isso? Porque é que a preguiça continua a ser uma constante nos meus dias? Porque é que é tudo tão difícil?

Com o passar dos dias, sinto-me a amadurecer a cada hora que passa. A cada página que termino, sinto-me crescer mais um pouco por dentro. Por um lado, desejo saltar no tempo para daqui a quatro meses, tendo tudo com que sempre sonhei. Por outro, desejo continuar criança: é que os bons tempos escorrem-me, agora, por entre os dedos e sei que nunca mais voltarão.

21 de Maio de 2009

Fui dar sangue pela primeira vez :D

Não estava nervosa nem nada e fui acompanhada...
Preenchi alguns formulários e respondi a algumas perguntas...
Depois fui lá tirar o sangue. A agulha é mais grossa que o normal, mas não doi quase nada. A quem já fez um piercing, posso dizer que doi bem menos. E a verdade é que o elástico que enrolam no braço doi mais do que a agulha em si. Nunca me senti fraca nem com náuseas, nem nada parecido, mas talvez isso me tenha dado um à vontade que me prejudicou. Lanchei e fui-me embora. Cerca de 15 minutos depois comecei a sentir-me mal, e sentia que ia desmaiar... Lembrei-me de por a cabeça no meio das pernas e ajudou. A partir daí não aconteceu mais nada.
Acho que o objectivo do sangue compensa pelos pequenos incomodos...

É o nosso dever cívico!

15 de Maio de 2009

Namoro há um ano!


Tudo começou no dia 14 de Maio de 2008.
Surpreendeu-me, fazendo-me feliz. Era tudo o que tinha desejado até àquele dia.

E hoje, um ano depois, ainda me consegue provocar aquele arrepiozinho na barriga sempre que diz que me Ama!

Nem tudo é perfeito e os problemas existem, mas de uma maneira ou de outra conseguimos sempre resolvê-los e continuar a ser felizes!

Se ainda aqui estamos, quando nem uma semana pensava que iamos durar, algo de muito bom está a acontecer!! :)

Amo-te muito!

Uma piadinha

Um casal foi entrevistado num programa de TV porque estava casado há 50 anos e nunca tinha discutido.
O repórter, curioso, pergunta ao homem:
- Mas vocês nunca discutiram mesmo?
- Não
- Como? Impossível isso acontecer!!
- Bem, quando nos casamos, a minha esposa tinha uma gatinha de estimação que ela amava muito. Era a criatura que ela mais amava na vida. No dia do nosso casamento, fomos para a lua-de-mel e minha esposa fez questão de levar a gatinha.Andamos, passeamos, nos divertimos e a gatinha sempre connosco, mas certo dia a gatinha mordeu minha esposa. A minha esposa olhou bem para a gatinha e disse: - Um.
Algum tempo depois a danada da gatinha mordeu minha esposa novamente.
A minha esposa olhou para a gatinha e disse: - Dois.
Na terceira vez que a gatinha mordeu, minha esposa sacou uma espingarda e deu uns cinco tiros na bichinha. Eu fiquei apavorado e perguntei:
- Sua ignorante desalmada, por que fizeste uma coisas dessas, mulher?
A minha esposa olhou para mim e disse: - Um.
Depois disso, nunca mais discutimos.